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Pratique em sua casa

sexta-feira, 3 de setembro de 2010


Certa vez um aluno pediu ao Mestre DeRose para lhe gravar uma aula para que este pudesse utilizá-la durante o tempo que ele iria se ausentar da escola por motivo de viagem. E assim surgiu a primeira gravação do que hoje é o Cd de prática básica.


Gravado pelo próprio Mestre DeRose, o CD de Prática Básica contém 84 exercícios abrangendo técnicas corporais, respiratórios, relaxamentos, mantras, meditação, mudrás e pújás com a descrição pormenorizada para permitir perfeita compreensão ao iniciante.



Para quem gosta de visualizar a execução da técnica e não só ouvir o comando da mesma, existe a opção do Livreto Prática Básica, que além das figuras das técnicas ainda dá opções para uma prática avançada.



O indicado é que você leia todo o texto do livreto comparando com as ilustrações que se encontram ao final do mesmo e ensaiando cada técnica. Depois ouça a gravação e pratique.







Cd - Prática Básica + Livreto por apenas


35,00

Homenagem feita pelos alunos da complementação

quarta-feira, 1 de setembro de 2010


Este texto foi escrito pelo pessoal da complementação pedagógica junto com alguns outros alunos e lido durante a festa de oito anos da nossa escola. Foi uma surpresa muito agradável. É muito gostoso quando recebemos homenagens como esta. Sem dúvida nos estimula a seguir nosso trabalho com mais empenho e dedicação.

Obrigado a cada um de vocês que ao longo destes anos nos acompanha. Obrigado ao instrutor Arlem Newber, o instrutor Leonardo Lozzi, a chêla Renata Bernardes, as yôginís Ana Lúcia, Isadora, Cárita, Rejane, a sádhaka Carol e as amigas Rosane e Camila. A nossa festa só foi possível graças a vocês.

Querido Pedro,


É com muita alegria e satisfação que hoje nos reunimos para comemorar um aniversário muito especial.


Muitos de nós não estávamos presentes nos primeiros anos do Método DeRose em Goiânia e muitos não participaram da inauguração, das primeiras turmas, das dificuldades e desafios, mas hoje nos sentimos agraciados por poder partilhar dos frutos e disseminar as flores.


Somos parte integrante desta Escola, crescendo junto com ela, com você e com nossa amada egrégora.


Temos hoje mais que um instrutor de SwáSthya Yôga, temos um amigo, que acompanha nossa evolução pessoal a cada dia; que nos acolhe, nos orienta e nos cobra com muito afeto.


Nossa vivência se torna cada dia mais especial graças a você, nosso guia, tão humano, que nos inspira e nunca nos deixa desistir.


Você que nos apresentou a esta filosofia baseada em “boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma”.


Queremos agradecer sua presença em nossas vidas e as transformações que você nos proporciona e que repercutem positivamente na vida daqueles com quem convivemos.


Estamos aqui para tornar cada vez mais forte nossa união, o SwáSthya Yôga e demonstrar nossa gratidão e respeito por você. Pois é você o responsável por esses oito anos de História.


Sinta o nosso amor, carinho, respeito, admiração e gratidão por sua existência.


Em nome de todos os alunos, ex-alunos, amigos e familiares; nós do curso de formação (Rejane, Renata, Cárita) junto com Carol Isadora e Aninha gostaríamos de oferecer uma lembrança desses oito anos. Esperamos que este presente seja, além de uma homenagem a você e à nossa Escola, um estímulo para que você e os demais instrutores permaneçam difundindo nossa cultura por muitos anos.


“A união fez de nós o que somos, fará por nós o que nem imaginamos.” DeRose.


SwáSthya



Mais algumas fotinhas da festa....






























































































































































































































































































































Segue mais algumas fotos da nossa festa de oito anos....

Fotos da festa de oito anos.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Neste final de semana tivemos nossa festa de comemoração dos oito anos da Unidade Oeste. Foi uma festa incrível com a participação de mais de 100 pessoas. Foram muito os elogios a decoração, comidas, coreografias e tudo mais.


Deixo o agredecimento aos alunos e amigos que juntos organizaram tudo: os Instrutores Arlem Newber e Leonardo Lozzi, a chêla Renata Bernardes, as yôginís Ana Lúcia Carrer, Cárita Novais, Cárita Novais, Rejane Alves, Isadora Jochins, a sádhaka Ana Carolina Borges e as amigas Rosane Bernardes e Camila Gomes. Foi esta turma que se esforçou muito para que tudo saisse dentro do esperado.


Espero comemorarmos juntos ainda muitos ano!
















































Nova perspectiva das relações afetivas.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010


Encontrei este texto no blog do Prof. Antônio Pereira (portugal). Achei sensacional, por isso resolvi compartilha-lo com você.


Por Dr. Flávio Gikovate*

"Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão a passar por profundas transformações e a revolucionar o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.


A ideia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar a nossa outra metade para nos sentirmos completos.

Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher: ela abandona suas características para se amalgamar ao projeto masculino.

A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma ideia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.


A palavra de ordem deste século é parceria.

Estamos a trocar o amor de necessidade pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.

Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão a perder o pavor de ficar sózinhas, aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Começam a perceber que se sentem fração, mas são inteiras.

O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.

O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de reciclar-se, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos a entrar na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.

O egoísta não tem energia própria; ele alimenta-se da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.

A nova forma de amor, ou mais amor, tem uma nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não à união de duas metades. E só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar a sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sózinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sózinho não é vergonhoso. Pelo contrário, dá dignidade à pessoa.

As boas relações afetivas são óptimas, são muito parecidas com o ficar sózinho. Ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. O nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.

Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.

Todas as pessoas deveriam ficar sózinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir a sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, torna-se menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.

O amor de duas pessoas inteiras é mais saudável. Nesse tipo de ligação há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.

Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Algumas vezes tem de aprender a perdoar-se a si mesmo...



SAWABONA, é um cumprimento usado no sul da África que quer dizer:

"EU RESPEITO-TE, EU VALORIZO-TE, ÉS IMPORTANTE PARA MIM".

Em resposta as pessoas dizem:

SHIKOBA que é

"ENTÃO EU EXISTO PARA TI"

* médico psiquiatra, psicoterapeuta e escritor brasileiro."

Fotos do sat chakra de Aniversário

segunda-feira, 23 de agosto de 2010


Confira as fotos do que rolou no sat chakra de aniversário dos oito anos de nossa escola. Foi uma prática muito gostosa e poderosa seguida da cerimônia de graduação e entrega das insígnias de sádhaka, yôginí e chêla a alunos das Unidades Oeste e Bueno de Goiânia.













Relacionamento - por Arnaldo Jabor

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Este texto foi enviado pela yôginí Renata Bernardes em um comentário. Achie o texto bom e o coloquei como post.

Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa: - Ah, terminei o namoro... - Nossa, estavam juntos há tanto tempo... - Cinco anos.... que pena... acabou... - é... não deu certo... Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores. Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos essa coisa completa. Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama. Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador. Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível. Tudo junto, não vamos encontrar. Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele. Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona... Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um suco, por favor... e vá dar uma volta. Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer. Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não. Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob pressão? O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo. E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. E nem todo sexo bom é para descartar... ou se apaixonar... ou se culpar... Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ???? Arnaldo Jabor

Instabilidade Emocional

quinta-feira, 12 de agosto de 2010


Por DeRose

Tem gente que é como os balões: lindos por fora, mas cheios de vento por dentro.
DeRose

Certa vez, uma jovem chamada Luana começou a namorar um amigo meu e as coisas iam tão bem que eles, em comum acordo, decidiram morar juntos. Acreditando na palavra da menina, o jovem saiu da casa dos pais e alugou um apartamento, que pagaria com dificuldade. Ela foi passar o fim de semana na sua cidade de origem. Na semana seguinte, quando voltou, estava com a cabeça virada, não queria mais morar com ele e decidira voltar com o antigo namorado. Coloque-se no lugar do garotão. Você consegue imaginar o que ele sentiu? E o quanto aquela menina caiu no conceito de todos?

Não são só as mulheres que agem como princezinhas. Os homens também o fazem. Certa vez um conhecido meu ficou com uma amiga. Convidou-a a vir para São Paulo. Ela veio. Mas, nesse meio tempo, ele havia mudado de idéia! Quando ela chegou sentiu-se tão decepcionada, perdida e deslocada que correu para os braços dos amigos sinceros, os quais, felizmente, a nossa família proporciona aos montes.

Não são casos isolados. Poderíamos preencher todas as páginas deste livro com relatos dessa natureza, e o volume cresceria para 3.000 páginas. A questão é: porque alimentar falsas esperanças, jogando com os sentimentos do outro? O argumento das pessoas que perpretam essa atitude é o de que quando fizeram as juras de amor, elas eram sinceras. Mas, depois, tudo mudou...

Acontece que é exatamente isso que estamos discutindo aqui. “Ah! Mudou, mudou. Tudo muda. Que é que eu vou fazer?” O que é que você vai fazer? Vai crescer, vai amadurecer, antes de maltratar mais gente. É claro que quem comete uma atitude dessas acha que está por cima e que sempre estará. Que pode fazer e acontecer porque o mundo gira em torno dela. Entretanto, o mundo dá muitas voltas e amanhã essa pessoinha há de sentir o amargor de ser tratada da mesma forma.

Tem gente que nunca aprende, mas esses vão se queimando na consideração de todos os amigos. Precisam estar o tempo todo mudando de grupo, sem formar nenhuma amizade sólida.